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Henrí Galvão

26 de março de 2019

George Harrison sempre foi o meu Beatle favorito.

Talvez por ele ser tido como o mais “espiritual”, e também o mais “quieto”.

Mas quem conhece um pouco da sua história sabe que as coisas não eram bem assim.

Felizmente, uma análise do seu perfil no Eneagrama ajuda a pelo menos dissolver alguns mal-entendidos:

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Henrí Galvão

20 de março de 2019

Nunca soube se algum dia conseguiria compor – e ter a coragem de compartilhar – uma música sobre Van Gogh que fizesse jus à sua importância pra minha vida.

Mas o trailer do mais recente filme sobre ele (que ainda não vi) despertou algo em mim que me disse que valeria a pena tentar de novo.

Antes que eu mude de ideia, é essa a canção que compartilho hoje:

Letra:

Era natural
Que, pouco a pouco, a norma do caos
Me afastasse de tudo o que dizem ser normal

Só sei viver assim
Entre a aquarela, o óleo e o nanquim
O que isso pode ter de tão ruim?

Já me vejo conformado
Nunca vou chegar
A desfazer o que eu nem fiz
Pra que forçar um sorriso dizendo xis?
Só pra que um dia pensem que eu fui feliz?

Nada me restou
Nada, a não ser o pavor
De não deixar nada de muito valor

E eu só encontro redenção
Quando me entrego, mesmo que em vão,
A um martírio além de qualquer lógica ou razão

Quem me dera se os meus dedos
Soubessem recriar
Uma rosa em carmesim
Ou o sol brilhando sobre um mar sem fim
Tudo parece tão difícil pra mim

Mas quem há de negar
Que estou mais pra lá do que pra cá?
Cedo ou tarde, a eternidade vai me alcançar

Henrí Galvão

19 de março de 2019

Tem sempre quem torce o nariz ao ver The Edge, do U2, em qualquer lista de melhores guitarristas de todos os tempos.

Pra muita gente, guitarrista bom é aquele que toca muitas notas – e, de preferência, muito rápido.

Mas quem realmente gosta de música – e não só de ver ou tocar um instrumento – percebe que tem muita beleza também numa abordagem mais “econômica”.

E, como todo tipo 5 no Eneagrama, The Edge entende isso melhor do que muitos:

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[ATUALIZAÇÃO:] Mais uma vez, minha gratidão ao pessoal do site Ultraviolet por ter publicado a tradução desse texto para o português.

Henrí Galvão

12 de março de 2019

Raul Seixas foi um dos primeiros artistas brasileiros de quem eu gostei de verdade.

Talvez por ele ter conseguido traduzir, melhor do que ninguém, todo o espírito de irreverência do rock.

E me arrisco a dizer que isso provavelmente teve muito a ver com o seu tipo no Eneagrama:

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Henrí Galvão

5 de março de 2019

Fagner é o cantor favorito de meu pai, e, assim, suas músicas fazem parte da minha vida desde a minha infância.

É claro que o meu caso não é único, já que estamos falando de um cantor cujo talento só se compara à sua ambição de atingir um público cada vez maior.

O que pode ser mais bem entendido se a gente parar pra analisar o seu provável tipo (e subtipo) no Eneagrama:

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Henrí Galvão

1 de março de 2019

Sei que é meio óbvio falar isso, mas no fim das contas acho que as coisas mais simples são mesmo as que levam mais tempo pra se entender.

E, pra quem se ocupa tanto de ideias e sentimentos quanto eu, às vezes é fácil esquecer que a melhor forma de entender é simplesmente fazer:

Letra:

Se esse desconforto, esse mal-estar
É o preço que eu tenho que pagar
Pra matar o que me sobra de ambição
Vamos terminar logo com isso então

Já desperdicei tempo demais
Com uma pilha de planos astrais
Quando era só questão de escolher
Qual inferno ia acomodar o meu prazer

Já duvidava que esse dia chegaria
Já tinha até me convencido
Que é assim que as coisas são
Vai ver que o meu erro
Foi parcelar o meu karma
Em dez vezes no cartão

Só o que eu sei
É que eu nunca sabia
Como se faz
Pra passar do pasodoble
Pro pas de deux

Foi um verdadeiro parto
Até chegar ao ponto
De trocar as mãos pelos pés
Mas não me faço de rogado
Ninguém nasce pronto
A não ser quem conta num só dedo
Os seus anéis

Henrí Galvão

26 de fevereiro de 2019

Moska é um cara que eu admiro e invejo pela grande capacidade que tem de fazer muitas coisas bem. (Não só como músico, por sinal.)

E acho que o seu provável tipo no Eneagrama ajuda muito a entender como ele conseguiu desenvolver essas habilidades.

Dá pra dizer que tem a ver não só com curiosidade, mas também com um tipo de abertura que só o amor possibilita.

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