Henrí Galvão

7 de fevereiro de 2019

Uma das músicas de (des)amor mais famosas de todos os tempos é “Ne me quitte pas”, de Jacques Brel.

Chega a ser difícil imaginar como alguém poderia se rebaixar tanto quanto o eu lírico daquela canção.

Mas, como se sabe, com essas coisas não se brinca.

Letra:

Será que eu posso ser o seu chofer?
Garanto que nunca te deixaria a pé
Se não, quem sabe eu posso colher
Algumas orquídeas pro seu buquê
Também sei cozinhar
Varrer, passar, aspirar o pó
Pro que precisar, estou aí
Sou um bom perdedor
Isso você há de convir