Henrí Galvão

19 de julho de 2018

Quem acompanha o universo da nutrição sabe que sempre aparece algum novo estilo de alimentação.

Ou, talvez seja melhor dizer, um novo “ajuste fino” pra abordagens que, essencialmente, têm muito mais semelhanças que diferenças entre si.

Isso porque, embora as possibilidades aparentemente sejam inúmeras, aquelas que mais tendem a dar certo levam em conta a evolução biológica do ser humano.

Com a palavra, o dr. Souto:

Toda a história da civilização, todas as guerras, todas as culturas, pirâmides, conquistas, enfim, toda a história humana de que temos registro corresponde a menos de 0,5% da evolução do gênero Homo. Isto significa que nossos 10 mil anos de agricultura são um fenômeno extremamente recente do ponto de vista evolutivo.

Letra:

Lá na minha fase de homem mitológico
Com muito pouco eu já era feliz
Não que me faltasse oportunidade
De arrancar o mal pela raiz

Mas eu vivia muitissíssimo bem
Sem precisar de nada além
Que os restos mortais
De primos distantes
Que tiveram o azar
De ficar pra trás

E eu tinha tempo de sobra
Pra curtir o dia
Ao som da flauta de Pã
Quem será que inventou
Que é quase um pecado
Pular o café da manhã?

E haja estômago pra se acostumar
A bater no almoço e no jantar
Um prato de arroz, farinha e feijão
Sem falar naquele lanche
Entre cada refeição

Faça o que bem entender
Mas me deixa voltar
Pro meu churrasco no carvão
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