Henrí Galvão

5 de fevereiro de 2018

“Sublime e Vulgar” foi uma música que subi pela primeira vez há menos de dois meses.

Então, talvez seja um pouco estranho que eu já esteja subindo uma versão nova. O que mudou de lá pra cá?

Em poucas palavras: minha voz. Decidi que valeria a pena arriscar cantar de um jeito menos confortável pra mim.

Se isso deu “certo” ou não, deixo a critério de quem ouvir:

Letra:

Lamento te decepcionar, meu bem
Mas não tem nada aqui de tão especial
Não vou nunca deixar de estar aquém
Do seu inventário sentimental

Não quero mais insistir na ilusão
De que a gente ainda tem tempo
Esse tal de tempo é uma invenção
Que eu nem finjo que entendo

Me contentaria em me sentir capaz
De chegar ao ponto de te segredar
Que o sublime nunca é sublime demais
E só é livre quem é vulgar

Por que a gente não para de colocar
A carroça na frente dos bois?
Tem tanta poeira pra levantar
Deixa o resto pra depois
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